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O que é um blog?

Um blog (contração do termo "Web log“) - permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "posts", que são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.

Como crescer neste meio ambiente?


Etiqueta para as Redes Sociais

Etiqueta para as Redes Sociais

O Facebook, Twitter e outras mídias sociais estão estreitando os limites das nossas vidas profissionais e pessoais. Ao entrar nos perfis de várias pessoas é fácil imaginar que ali estão “misturados”, amigos, conhecidos, colegas de trabalho e até mesmo o seu próprio chefe. Como criar regras que possam organizar essas relações de forma que o usuário tome ciência de que no perfil facebook, por exemplo, ele deverá ter múltiplas identidades, uma para os amigos, outra para a família e uma profissional? Desenvolver normas sociais que os orientem essas relações ainda está no começo, mas são extremamente importantes para que  se consiga lidar com o alcance cada vez maior das comunicações modernas.
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Na espera pelo iPad, editoras adaptam seus livros para lançamento do tablet no Brasil

DANIEL NAVAS || Para o UOL Tecnologia  

Lançamento de dispositivos móveis, como o iPad (f), aquece o mercado de livros eletrônicos

A Apple lançou o iPad oficialmente em abril, nos Estados Unidos. Desde então, o tablet já foi comprado extraoficialmente por brasileiros, chegou a diversos países e recebeu autorização da Anatel para ser vendido no Brasil – ainda assim, nada de sua comercialização ter início por aqui. Enquanto aguardam o lançamento, as editoras trabalham para disponibilizar aos consumidores versões compatíveis com o iPad de seus livros existentes no formato tradicional. Nos Estados Unidos, essa alternativa mostrou-se válida: os e-books já superaram os livros de capa dura na gigante Amazon.com.

Em agosto, por exemplo, a livraria Saraiva anunciou a disponibilidade de seu aplicativo de leitura para o iPad e iPhone, que pode ser baixado na loja de aplicativos App Store, da Apple. "Estimamos, hoje, 40 mil iPads no Brasil e é esse público que queremos atingir", afirmou Marcílio Pousada, presidente da empresa. A Saraiva, que pretende ter até o final do ano 5 mil livros digitalizados, tem arquivos nos formatos PDF e ePUB, compatíveis com o iPad, o Alfa, da Positivo, o Sony Reader e o Cool-er, da Gato Sabido.

Os usuários de leitores digitais devem ficar sempre atentos aos formatos disponíveis para cada tipo de eletrônico – é justamente esse o desafio das editoras, que querem tornar seu material compatível com os produtos da Apple. Além de PDF e ePUB há diversas outras siglas que podem acabar confundindo e atrapalhando o consumidor: DOC, TXT, HTML, MOBI e TRT, por exemplo. A gigante Amazon, uma referência no mercado de e-books, criou até um formato próprio para o conteúdo compatível com o Kindle (AZW e AZW1).

Adaptação
 
A Singular, empresa da editora Ediouro, também se adapta para conquistar no Brasil novos leitores entre os fãs da Apple. “Temos arquivos digitais sendo vendidos pelos principais sites do país, que podem rodar nos aparelhos já disponíveis no Brasil. Mas ainda temos de nos adaptar à plataforma do iPad, que exige itens diferenciados, pois os arquivos serão vendidos pela loja virtual da Apple. Além disso, o gadget oferece cores e funções interativas, como som e a possibilidade de ler o texto na vertical ou na horizontal”, afirma Newton Neto, diretor de mídias digitais e tecnologia da Singular.

Essa interatividade que o aparelho possibilita funciona como um chamariz e também pode reforçar o lucro das editoras. ”Com o tablet, conseguimos dar mais realidade e nitidez aos desenhos, o que não acontece com os leitores digitais vendidos atualmente no Brasil”, explica Mauro Palermo, diretor da Globo Livros. Durante a Bienal Internacional do Livro, a empresa disponibilizou o primeiro capítulo da obra “A menina do narizinho arrebitado”, de Monteiro Lobato, para iPad. “Até o fim do ano, teremos o livro completo e outras obras ilustradas, que serão rediagramadas para se encaixarem ao tamanho e estrutura do aparelho.”
Apesar da empolgação de muitos, a editora Contexto não vê o gadget da Apple como um “divisor de águas” no setor de mídias impressas. “Faz bastante tempo que estamos nos preparando para a venda do livro digital: tanto que grande parte dos nossos contratos já tem previsto o comércio deste tipo de arquivo. Mas não vamos dar exclusividade para um aparelho ou outro. Queremos disponibilizar um e-book que rode em todos os e-readers”, explicou Daniel Pinsky, diretor da empresa.

E a pirataria?

Outra iniciativa estudada pelas editoras é oferecer, junto com os textos, vídeos e disponibilizar uma forma de escutar a versão digital. Com essas exclusividades, as empresas acreditam que será mais difícil os leitores optarem por versões pirateadas. “Estamos criando uma versão 2.0 dos e-books, à qual o consumidor terá acesso com um código passado durante o ato da compra”, explica Neto, da Singular.

O valor dos e-books deve ser mais baixo que o cobrado para os livros impressos, porque na versão tradicional está embutido o preço das obras que não foram vendidas, do frete e da gráfica, entre outras coisas. “Retirando esses custos, o produto fica cerca de 65% mais barato. Assim, o leitor que investiu no aparelho vai aos poucos recuperando o valor, economizando na compra dos livros”, afirma o diretor da Globo Livros.

Os arquivos digitais também terão o chamado DRM (Digital Rights Management; gerenciamento dos direitos digitais), uma plataforma de segurança escolhida pela maioria das editoras brasileiras para proteger os arquivos de cópias não autorizadas. Assim, o usuário baixará o arquivo e não conseguirá repassá-lo.

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Vírus força navegador Firefox a salvar senhas do usuário

Firefox
(Reprodução) - Créditos: Vida Digital Veja.com



Ameaça virtual altera o programa para evitar a detecção por antivírus

Os navegadores de internet trazem um recurso prático para o usuário, mas que não agrada os especialistas em segurança digital: a capacidade de gravar senhas para redes sociais, sites e serviços de e-mail. De acordo com os analistas da empresa de segurança Webroot, a funcionalidade pode ser explorada por programas maliciosos com a capacidade de extrair tais informações sem o conhecimento das pessoas. Até o momento, era possível desligar tal recurso no Firefox, mas uma nova ameaça pode forçar o navegador a gravar esses dados.

O vírus, conhecido como Trojan-PWS-Nslog, faz alterações no código do programa escondendo sua natureza. “Antes da infecção, uma instalação normal do Firefox perguntaria ao usuário se ele gostaria de salvar seus dados de conexão no computador. Após ser infectado, o navegador simplesmente grava os dados e deixa de fazer a pergunta”, aponta o pesquisador Andrew Brandt, da Webroot.


O especialista aponta que o vírus pode ainda abrir espaço para novas ameaças, encarregadas de distribuir as senhas para os criminosos. Devido às alterações feitas no núcleo do programa, sua detecção torna-se ainda mais difícil para os antivírus atuais.


Brandt avisa que, para evitar problemas, os usuários devem manter sempre uma solução de segurança – como um antivírus – instalada e atualizada em suas máquinas. Além disso, é necessário tomar cuidado com sites poucos confiáveis e links suspeitos, enviados por e-mails ou redes sociais.

Orkut ainda é rede social mais popular do Brasil; Facebook cresce 6 vezes em audiência

O Orkut continua a liderar a audiência das redes sociais no Brasil, enquanto o Facebook conseguiu aumentar em seis vezes o número de usuários brasileiros. Já o Twitter alcançou 23% da audiência online no país. O tráfego total em redes sociais teve um aumento de 51% no último ano. Os dados foram divulgados nesta quinta (7) pela comScore, especializada em estatísticas do mundo digital.

A rede social Orkut alcançou 36 milhões de visitantes únicos desde a última pesquisa, realizada há um ano.

Já o Facebook deu um salto de 1,5 milhão de visitantes únicos para 9 milhões em 2010. O Twitter também marca forte presença, com 8,6 milhões de visitantes.

“As mídias sociais representam 20% do tempo online gasto pelos brasileiros, fazendo com que seja uma das atividades mais populares no país”, afirmou Alex Banks, diretor da comScore no Brasil.

Em agosto de 2010, mais de 36 milhões de internautas com mais de 15 anos visitaram redes sociais de casa ou do trabalho no Brasil.

O tempo médio gasto por mês nesses sites é de quatro horas, com cerca de 585 páginas visualizadas.

Segundo a comScore, o Orkut lidera com folga o tempo gasto pela audiência na navegação do site, que chega a cerca de 4,6 horas por mês, com 657 páginas de conteúdo acessadas em média.

O Orkut também é o destino mais procurado como rede social, com 29,4 milhões de visitantes, seguido de perfis no Windows Live, com 12,5 milhões. O Facebook assegurou o terceiro lugar, com 9 milhões de visitantes, enquanto o Twitter teve 8,6 milhões.